Enquanto a gerência alega mau uso dos equipamentos, gerando debate nas redes sociais.

Um caso inusitado passou a circular nas redes sociais e gerou grande repercussão no meio fitness em Sombrio, no Sul de Santa Catarina. Um policial civil afirma ter sido expulso da academia onde treinava após a gerência alegar que ele estaria utilizando os aparelhos com carga excessiva, colocando em risco a estrutura do local e outros alunos.

Segundo o relato do policial, o encerramento do contrato ocorreu sem qualquer advertência prévia, o que teria causado surpresa e indignação. Ele afirma que sempre treinou dentro dos limites técnicos dos equipamentos e que nunca foi orientado a reduzir carga ou modificar sua conduta durante os treinos.

video mostrando os treinos do policial que foi expulso.

Academia divulga vídeos para justificar decisão:


Após a repercussão do caso, a academia divulgou vídeos internos nas redes sociais para justificar a medida. Nas imagens, é possível ver máquinas balançando, anilhas se deslocando, além de ruídos intensos durante a execução dos exercícios. De acordo com a administração, houve uso inadequado dos aparelhos, além de reclamações de outros frequentadores, o que teria motivado a rescisão do contrato.

Imagens do policial treinando.

Aluno contesta versão e fala em exagero:


O policial, por sua vez, nega as acusações e afirma que os vídeos foram retirados de contexto. Segundo ele, os exercícios registrados fazem parte de treinos comuns no fisiculturismo e na musculação avançada, e não configurariam abuso ou desrespeito às normas da academia. Ele também reforça que nunca recebeu advertências formais, o que, em sua visão, torna a decisão arbitrária.

Debate divide opiniões nas redes sociais:


O episódio reacendeu um debate antigo no universo da musculação: até que ponto o aluno tem o direito de treinar pesado e quando isso passa a representar risco estrutural, incômodo ou perigo para terceiros? Nas redes sociais, usuários se dividiram entre os que defendem a liberdade de treino e os que apoiam a academia, destacando a necessidade de preservar equipamentos, segurança e convivência coletiva.

Especialistas em gestão de academias ressaltam que contratos costumam prever cláusulas sobre uso adequado dos equipamentos, enquanto profissionais de educação física apontam que carga elevada não é, por si só, sinônimo de mau uso, desde que a execução seja correta e segura.

Até o momento, não há confirmação de ação judicial, mas o caso segue repercutindo e levanta questionamentos importantes sobre limites, responsabilidade e convivência em ambientes de treino.

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